Se todos somos livres de escolher é porque ninguém o é de facto; entenda-se, contando apenas consigo... de si para si.
Para não variar discordo profundamente com o que aqui dizes... em primeiro porque essa historia de penhorar o futuro está completamente "out" ou seja, o que aqui importa fazer é viver o presente, sem ilusões a mais nem a menos, que o mundo tem mais significado se as coisas não forem planeadas. E sim, ai somos todos livres, se as coisas não foram estudadas ao pormenr e se nos permitirmos a ter livre-arbitrio, sem esperar de menos nem demais de coisa nenhuma. E chega de falar a serio que isto é uma canseira ;)
Afixado por: Chavininha em abril 5, 2006 11:34 AMSomos livres de escolher, sim! Pode é faltar-nos a coragem para o fazer!
Afixado por: hodiguitria em abril 5, 2006 01:06 PMEstranho ver-te mencionar o livre arbítrio... mas de qualquer forma o post exalta o presente; não é para se ficar preso à inconstância das probabilidades do porvir. embora, claro, permaneçam expectativas. Exalta o presente, chavininha. ;)
Em certa medida somos. Claro que ficamos 'presos' ao resultado algo entrópico de cada escolha individual: cada acção tem uma reacção, um efeito uma causa - só (por) aqui é que coloco os limites, o que não é nada pouco hodiguitria. ;)
Afixado por: PmA em abril 5, 2006 06:42 PMas escolhas...o livre arbítrio...e tantas amarras, tantos paradoxos, tantos espartilhos(não são falta de coragem, não são preconceito, não são irresponsabilidades, não são ambições materiais nem superficialmente socias), por sermos limitados, complexos, flexíveis e...tantas vezes não há soluções perfeitas, nem buscas minimalistas (felizmente), logo há que ser coerente e honesto consigo e com os outros, para se falar das incoerências coexistentes e do sentir que lidera um opção agora e não seria garantidamente a mesma mais logo
Afixado por: ff em abril 6, 2006 09:19 AMO presente não é estatico... é completamente dinamico, já pensaste nisso assim?
Afixado por: Chavininha em abril 6, 2006 06:03 PMExacto, ff. Ninguém opta e decide pela mesma escolha. E por cada uma que é elaborada não se deve esquecer a influência que assume nas que a descenderão - do mesmo indivíduo ou da parte de outro. Logo, sim, coerência e honestidade: é a bandeira com que devemos ombrear nas escolhas, decisões ou outros passos relevantes (raro atribuímos essa importância ao que não temos por relevante). Contudo o sentir pode também ser a ponta da lança desde que não agrupemos nele todo o nosso arsenal; quantas vezes fugir é escolha... não encerro nunca essa porta, antes a defendo com afinco - e o que podia ser uma decisão (eg, minha) hoje pode de facto não a ser (outra vez eg minha) momentos depois. É um tema difícil...
O presente, chavininha, é um tudo-nada que se vive e que logo é passado, como as palavras que aqui te estou a deixar. Dinâmico, sem dúvida. Aí se vive a existência, não discuto. Mas há muito mais. E é com o olho no futuro que joga este ludo do presente - com os trunfos de um pretérito mais ido.
Beijinhos às duas.
Afixado por: PmA em abril 9, 2006 02:47 AMSim, era essa mesmo a ideia, viver o presente pelo presente... porque assim se vive muito melhor, se se der sempre tudo como se n houvesse mais nada a seguir: Cape Diem.
Afixado por: Chavininha em abril 10, 2006 07:05 PMNão podemos esgotar tudo numa só direcção. Mas simpatizo com o princípio. ;)
Afixado por: PmA em abril 12, 2006 02:32 AM