janeiro 08, 2006

Instantâneo (XXXVIII)

Só a morte mata os medos.


"A vida funciona com a desordem, tolerando-a, servindo-se dela e combatendo-a simultaneamente, numa relação ao mesmo tempo antagonista, concorrente e complementar."

'O Homem e a Morte', Edgar Morin

Publicado por PmA em janeiro 8, 2006 10:03 PM
Comentários

Não concordo nada. Os medos morrem se os deixares morrer... Ou isso ou chama o He-man :P

Afixado por: Chavininha em janeiro 8, 2006 11:05 PM

Desta vez, nem uma nem outra. Discordo com a tua discordância. :P

Afixado por: PmA em janeiro 8, 2006 11:25 PM

Os medos têm vida própria...

Afixado por: IGG em janeiro 9, 2006 03:11 AM

Contudo, tenho em crer que algumas 'disposições' são capazes de os colocar em estado 'comatoso'; a alguns muito especificamente. Nunca nos abandonam por completo, escusa-se tentá-lo.
;)

Afixado por: PmA em janeiro 9, 2006 10:00 AM

Nem todos os medos nos podem acompanhar durante toda a vida, por isso, de uma forma ou de outra, eles têm que desaparecer!

Afixado por: Ana em janeiro 9, 2006 12:48 PM

Os medos estão lá. Latentes ou bem despertos. A maioria reside em latência, ou mal seria. Limitamo-nos a acordá-los. Ou a conseguir que se mantenham não manifestos, bem quietinhos nos seus cantos. Agora, ter medos não pode é impedir uma pessoa de viver, de alcançar os seus objectivos, de criar projectos... - e, bem vendo, há até medos bastante importantes.
;)

Afixado por: PmA em janeiro 9, 2006 01:02 PM