“And I miss you when you're not around
I'm getting ready to leave the ground
Oh you look so beautiful tonight
In the city of blinding lights
Time...time...time...time...time
Won't leave me as I am
But time won't take the boy out of this man
Oh you look so beautiful tonight
Oh you look so beautiful tonight
Oh you look so beautiful tonight
In the city of blinding lights”
‘City of blinding lights’, U2
Vale o socorro de especial valência, particular, única. Impele em direcção continuada, invariavelmente a que se pressupõe no dito firme e alegórico “para a frente”. Mesmo quando a mão é fraca pode caber que a sorte nos presenteie com trunfos; e assim é.
É nestas ocasiões, ainda que subsidiado, que o monge deve promover a iniciativa de fazer, ele próprio, o hábito.
monge a ler, rembrandt
“Em cada gesto perdido
Tu és igual a mim
Em cada ferida que sara
Escondida do mundo
Eu sou igual a ti
Fazes pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
Pintas o sol da cor da terra
E a lua da cor do mar
Em cada grito de alma
Eu sou igual a ti
De cada vez que um olhar
Te alucina e te prende
Tu és igual a mim
Fazes pinturas de sonhos
Pintas o sol na minha mão
E és mistura de vento e lama
Entre os luares perdidos no chão
Em cada noite sem rumo
Tu és igual a mim
De cada vez que procuro
Preciso um abrigo
Eu sou igual a ti
Faço pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
E pinto a lua da cor da terra
E o sol da cor do mar
Em cada grito afundado
Eu sou igual a ti
De cada vez que a tremura
Desata o desejo
Tu és igual a mim
Fazes pinturas de sonhos
E pinto a lua na tua mão
Misturo o vento e a lama
Piso os luares perdidos no chão”
‘Tatuagens’, Mafalda Veiga (com Jorge Palma)
E aqui o espacito carece já de uma leve lavagem ao rosto, links a sair, outros previstos a entrar no burgo, imagens novas, outras recicladas ou movidas. Mesmo o motor editorial é antigo, algo obsoleto aferindo-se em relação a outros… Em breve, todavia, o compromisso de materializar – consumando – boa parte dessas carências. O ritmo de posts, esse, permanece na dúvida, se bem que pouco se possa assegurar quanto a um ritmo de alguma constância.
“With the sunlight died and night above me
With a gun for a lover and a shot for the pain inside
You run for cover in the temple of love
You run for another its all the same
For the wind will blow and throw your walls aside
With the fire from the fireworks up above
With a gun for a lover and a shot for the pain
You run for cover in the temple of love
I shine like thunder cry like rain
And the temple grows old and strong
But the wind blows longer cold and long
And the temple of love will fall before
This black wind calls my name to you no more”
‘Temple of Love', Sisters of Mercy
“[…]
E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Que lá no baile não havia outro igual
E eu ia para o bar
Beber e suspirar
Pensar que tanto amor ainda acabava mal
Batia o coração mais forte que a canção
E eu dançava (dançava)
Sentia uma aflição
Dizer que sim, que não
E eu dançava (dançava)
[…]”
‘Nini dos meus quinze anos’, Paulo de Carvalho
Ele miava. Ela coçava-lhe o pêlo.
Já observara cenários menos bons...
black clothes, white cat, 2005, chris roberts-antieau