agosto 29, 2005

Show me... (I want to see)

Há coisas fantásticas. Quando se é prendado com imagens fabulosas que por si comunicam, falando à sua maneira característica, mais e melhor que quaisquer palavras, despojando-as de sentido e atirando-as para o canto da sua insignificância. Assim creio que o silêncio escrito – e até mesmo oral – tenha o tão proclamado valor do oiro. Imagens que silenciam verbo escrito e dito. No silêncio deste mutismo, que o é apenas em aparência ou para quem não quer ‘ouvir’, contam histórias que foram e evocam as que podem ser. Despertam do autismo quem por opção assim havia estagnado, estarrecido agora por uma dinâmica de movimentos que trespassa toda a dimensão dos sentidos.

Voto-me novamente ao silêncio, recorrendo em contemplação quase interactiva ao conteúdo dos frames. Estáticos, porém em contínuo movimento de forças. Silenciosos, ainda que brotando de si incansáveis histórias de vida(s).

Publicado por PmA em 02:31 PM | Comentários (2)

agosto 26, 2005

É assim... (XLIII)

Não sei mais se escrevo mais depressa do que penso ou se penso mais depressa do que escrevo; baralhas-me.


"In summer I can taste the salt in the sea
There's a kite blowing out of control on a breeze
I wonder what's gonna happen to you
You wonder what has happened to me
"

'Kite', U2

Publicado por PmA em 11:26 AM | Comentários (2)

agosto 23, 2005

(So) Quiet...

Foste imponente quanto à tua presença. É hora de ficares para trás, não esquecida mas arrumada com aprumo nas caixinhas de memória que se encerram não voltando a conhecer abertura. Em tempos de mudança deve-se o lugar à inovação, ao que é novo. Sem lamentações, contudo com o olhar firmado num futuro – próximo – que assoma promissor. No palco as peças são renovadas, teatralizam-se outras interacções que de modo algum devem às suas predecessoras. É hora de trilhar mais uma vez pelo imprevisto; não hesitante, com postura de quem confia.

Que a sorte decida, iniciado que está o jogo. Pouco existe que seja mais confrangedor que existir num passado irrecuperável. O que se obtém? Ao menos o gozo da tentativa, pois se o amanhã tarda em chegada o que foi certamente não voltará a ser.

Publicado por PmA em 10:34 AM | Comentários (2)

agosto 21, 2005

Interrupção...

- Até te dizia que...
- ... mas não o faças; que me dás sono.


"Enveloped in a sentiment,
a sound that rushes over me.
Engage an impulse to pretend
I have a faith as pure.
Not forgetting what it means to dream.
Indulging everything.
Entertaining thoughts that I've the strength
of those I yearn to be.
Cheers and tribute greet the saviours.
Reckless thoughts survive.
Anachronistic and impulsive.

And what will happen?
Will I dream?
I am too scared to close my eyes.
For a second please hold me.
None can change in me these things that I believe.
But I don't know what happens now.
I am too scared to close my eyes.
"

'Legion', VNV Nation

Publicado por PmA em 05:12 PM | Comentários (0)

agosto 17, 2005

É assim... (XLII)

O Sono engana. Enleva com sonhos que voam demasiado alto.
Complexo de Ícaro?


"Can I get your hand & write on
Just a piece of leg & bite on
What a night to fly my kite on
Do you want to flash a light on
Take a look it's on display... for you
Coming down, no not today
(...)

Fly away on my zephyr
I feel it more than ever
And in this perfect weather
We'll find a place togeteher
Fly on... my wind
"

'The Zephyr Song', Red Hot Chili Peppers

Publicado por PmA em 03:13 PM | Comentários (4)

agosto 16, 2005

(Des)Equilíbrio

Cansa-me que os verdadeiramente corajosos sejam os primeiros a serem apontados. Não me voltem a dizer que a Justiça é cega.

"And there ain't no night
And there ain't no night

Did you hear what I said
Come into the white (?)

Into the White

And there ain't no day
And there ain't no day

And there ain't no night
And there ain't no night

Into the White

Did you hear what I said?
Did you hear what I said?

Deeper than your sleepy haed
Deeper than your sleepy head

Ain't nothin' to see
Ain't nothin' in sight

Into the white

Go, and you'll go real far
Go, and you'll go real far

Just past the big quasar
Just past the big quasar

Can't hitch a meteorite
Can't hitch a meteorite

Into the white"

'Into the White', Pixies

Publicado por PmA em 11:15 PM | Comentários (2)

agosto 14, 2005

Sorri

Verdade a verter-se por entre mãos; teimosia, a de querer apanhá-la.


"You hold the candle I once lit
You shine your light
When you forgive I cry
You run your fingers through my hair
And tell me it´s worthwhile, it´s all worthwhile
"

'Unicorn (Duet Version)', Apoptygma Berzerk

Publicado por PmA em 04:00 AM | Comentários (5)

agosto 13, 2005

É assim... (XLI)

Ainda na dúvida... se ponte é passagem ou união.


"(...) mas muita batota feita na vida é para nos protegermos de quem joga com mais ases."

'Muros', Júlio Machado Vaz

Publicado por PmA em 12:30 AM | Comentários (13)

agosto 12, 2005

Desígnio (encontro)

Não se volta atrás; não voltes – mas nunca – atrás. Excepção solitária – que também o nunca se excepciona, olhe-se a regra –, quando sabes estar errado; orgulho não é para confundir com embrutecimento, alma embrutecida. Singularidade da excepção, orgulho afiançado – grosseria não se mistura em combinação com orgulho, enxergue-se; distingue-se, que notável é a diferença, degredo a repudiar do brio que cuidadosamente deverá ser exortado. Voltarás atrás?

Furiosamente, o controlo quer-se mantido – calculista. Na aparência as rédeas são tomadas e assim se expõe do privado para o público – instrumentalista. Presunção que presume domínio; de si, para si; e réplica vendida ao exterior – vendido, pois, o interior (derrota?, embaraço imbuído no sentimento da derrota que não acontece por ter acontecido?). Um pouco dos dois, do controlo e da sua ilusão – universo maniqueísta. Ou assim dizes.

Voltar atrás. Palavra dada – quem? –, decisão firmada – futilidade... Só se. Orgulho sem abalo – e onde o brio? Não embrutecido, é o que importa porquanto prevaleça. Justifique a sua sentença. Não, isso acabou. Só a mim e nem isso; conforme indique, assim dependendo, a bússola da vontade; disposição (paciência?). Não, escuso justificações. A ilusão do controlo, imergida para dentro ou emersão exteriorizada, asserção da minha responsabilidade ser-me exclusiva. Saciado? Diz-me, orgulho ou soberba – à – bruta? Não me baralhas, a resposta a mesma: silêncio. Não digo.

Beatos de confessionário são já demais. Não que importe. Marimbo-me deles. Eu dispenso, confessionário não é para mim que não digo. Porque a ilusão de dominar é domínio iludido; muito mais satisfatório, muito melhor. Voltar atrás? Não há retrocesso – sem lugar que lhe caiba, cedendo –, extirpa-se o logro; desengane-se equívoco burlão. Só se. Para não embrutecer. Só se; ou sequer isso, gáudio para a teimosia. Voltar atrás talvez, se voltar para a frente. Já não há necessidade que inculquem frases feitas, indigência transposta por pensar que se tornou próprio, característico; assim sendo bom pensar, e simula-se de cenário em cenário, querendo-se lá saber se é verdade que se processa ou ilusão – outra – que se acrescenta.

Basta a convicção – arrogo? – e o trajecto vê-se marcado. Vai-se fazendo marcado, cúmulo de opções rapidamente esquissadas em mente – boçal? – e executadas no terreno; causalmente dependentes, independentes em realidade que se torneia singular – única e exclusiva, nem mais.

Voltar atrás? Talvez e só se para a frente. Recuso viver futuro conjugado no passado.


Have I no control, is my soul not mine?
Am I not just man, destiny defined?
Never to be ruled nor held to heel.
Not heaven or hell just the land between.

Am I not man, does my heart not bleed?
No Lord, no God, no hate, no pity, no pain, just me.
Comprehend and countermand.
Synchronous guidance. I choose my way.
Never to be ruled nor held to heel.
Not heaven or hell just the land between.

and am I not man?

So why do I love when I still feel pain?
When does it end, when is my work done?
Why am I lone and why do I feel
that I carry a sword through a battle field?
So why do I love when I still feel pain?
When does it end, when is my work done?
Why do I fight and why do I feel
that I carry a sword, that I carry a sword?

Joy’, VNV Nation

Publicado por PmA em 03:04 PM | Comentários (4)

agosto 11, 2005

É assim... (XL)

Sabes que o excesso de inclusão exclui?

Publicado por PmA em 04:51 PM | Comentários (0)

Tiritar (ex-arrebatamento)

Ficaste. Porque ficar não é só o contrário de ir embora. Ficaste não estando. E não há qualquer figura de estilo, mas o estilo que empederniste sem apelo a retóricas. Daí que ganhei sem saber ganhar, acréscimo de maior vergonha envolto no que supostamente graça devia ter sido.


Seria irracional, louco e delirante, ocultar a componente irracional, louca e delirante do ser humano.

O Método V – A Humanidade da Humanidade’, Edgar Morin

Publicado por PmA em 09:32 AM | Comentários (2)

agosto 09, 2005

Stranger (delírios... sérios, mas sérios)

Serás um sonho que estou a inventar?

GRADIVA
"De harmonia com as últimas hipóteses que desenvolvera em torno da origem de Gradiva, dirigiu-se-lhe em grego, ansioso por saber se, na sua qualidade de fantasma, possuiria o dom da palavra. Então, com um sorriso nos lábios, Gradiva disse: «Se queres conversar comigo, tem de ser em alemão!»"

'Delírio e Sonhos na Gradiva de Jensen', Sigmund Freud

Publicado por PmA em 11:17 AM | Comentários (6)

agosto 08, 2005

Ai sim? (4th take)

E com a modernidade a flexibilidade mais polivalência. A - polémica? - necessidade constante de adaptação ao real.

CONTROL ADAPTA NATURE

Publicado por PmA em 11:15 PM | Comentários (5)

agosto 05, 2005

Índole

Nem sempre o belo.

Publicado por PmA em 02:56 AM | Comentários (2)

agosto 04, 2005

À la Guillotine

Aposta perdida. E a cabeça. Vejo-a ainda rebolar por cordilheiras que não conhecia.

"As obsessões ou compulsões podem tomar o lugar de comportamentos úteis e satisfatórios e podem ser altamente disruptivas em relação ao funcionamento global."
'DSM-IV-TR', APA
ASHES
ashes, 1894, Edvard Munch

Publicado por PmA em 09:57 PM | Comentários (2)

(des)Enleado

Uns dias – semanas?... – atrás, data incerta que não as decoro, mencionei-te ter posto gravatas e seus nós pendurados no armário; firme na ideia de não voltar a repetir os mecânicos gestos que conduzem dentro, fora e à volta de uma tira de pano que envolve o pescoço como se pudesse arrogar-se deste ser também seu. Todavia, a história é dinâmica e as sociedades, como dizem, só param para recordar; se e quando o fazem, pois o ritmo que por vezes se imprime imposto não lhes deixa tempo que sobre.
Vê lá, até eu mudo, mesmo na casmurrice com que tão pouco airosamente me ias definindo. Escovei-as, tirei-lhes o pó; olhei-as com preconceito e temor – das recordações que movem e que me tomam de assalto, daquelas que bem sabes serem do leque etiquetado pouco agradável (terminologia simpática, que outros nomes melhor se aplicavam). Não trocámos palavras, mas tacitamente optámos por não endossar mimos – do mais irónico – recíprocos. Sem trocar palavras, tomei-lhes o corpo; sem hesitar – como tu sabes que há mariquices que não se esquecem! – manobrei-as com a mesma eficiência (ou direi eficácia) e ‘arte’, como não as houvesse nunca abandonado; ou elas a mim. Manobradas para o nó que esperavam, manobradas para o comprimento que lhes exijo: esticado e direito, com a ponta a assomar ao cinto sem que contudo ouse ultrapassar-lhe as primeiras fronteiras. Afinal, a sua lógica é simples. E o armistício consumado – porquanto dure pouco ou muito.
Desta feita, não irás tentar fazê-los por – para – mim; se bem que soubesses que os engendraria de olhos fechados se necessidade surgisse. Não há qualquer dependência para com alguém; para contigo menos ainda. Seria errado, todavia, pensar que não gostaria que assim se prolongasse indefinidamente; sem que um dos fenómenos implicasse a exclusão do outro. Porém, é assunto estéril e nada se obtém com a sua continuidade: encerrado, aqui. Tão encerrado quanto o nosso futuro que, sem equívocos, o será na singularidade do cada um e não em obra de decursos/ percursos comungados.
Tal como diariamente estes laços se constroem e desconstroem – que os não deixo de um dia para outro(s) –, de igual maneira etapas e, além destas, ciclos completos cumprem os princípios das suas jornadas: com o seu início, com o seu término. Toda a aprendizagem é dinâmica, todo o projecto prosseguido ao trote dos seus mais diferenciados ritmos. Armistício – por quanto, porquanto dure.


"Se os enigmas deformam a realidade, também a informam. Aliás, a deformação pode tomar-se como fonte de informação."

'Sociologia da Vida Quotidiana', José Machado Pais


Publicado por PmA em 03:35 PM | Comentários (0)

agosto 03, 2005

Escarnecer (auto-indução)

Os bocejos sucedem-se à intermitência da imagem de um monitor que as retinas preferiam evitar; não que seja escandalosamente cedo, a preguiça da vontade e de nova noite mal dormida esclarecem serem afinal os sentidos que deturpam os timings que em potência seriam os correctos – ou mais ou menos isso mesmo. Porque as noites se esquivam à sua eficiência reparadora à qual deveriam estar intrinsecamente acometidas e insistem em acontecer num passado que ao certo já nem se recorda com a merecida presença; merecida?, o mais certo é estar arraigada em impertinências do mais inútil inútil. Bem baixinho, é o Sting que quem diz, encaixado num desses pratos que lêm cds que se anicham nas torres de compostos micro-informáticos, “gentlemen will walk but never run”.
O telefone, meu, móvel, vibra a superfície onde os braços, procurando repouso, assentam. Uma qualquer melodia martiriza, em simultâneo, todo o aparelho auditivo; do externo ao interno. Sem importar quem seja, sem que digne um perpassar de olhos ao visor onde digitos e nomes se confundem, emudece-se o aparelho pressionando um dos dois botões acanhados na sua lateral que conduzem a esse mesmo efeito; são só quatro, na lateral, é difícil não acertar. Sei que alguém insiste, pois que o aparelho, embora mudo, estrabucha agora como peixe fora de água em uma dança ridícula e irrisória posta em cena pelas vibrações que sobreviveram à sonoridade indeferentemente silenciada. Numa estação de rádio é o “Amor” dos heróis do mar, ondas descodificadas por aparelho que se queixa de reforma em atraso; daqueles que acumulavam a leitura de fitas magneticamente esculpidas . Fachos, nacionalistas, saudosistas; só lhes escuto a melodia que me agrada, outros que os apupem pois tanto me faz aqui e agora todo o demais que se ocupe do além da música; “Não me mataste o desejo...”, escuto com a atenção de quem lhes admira os trechos feitos em música ainda que apático em relação a hermenêuticas mais complexas ou a descodificações de signos que remeto, em abandono inapelável, para quem de direito, semiólogos, sociologias da música que se importam pelos significantes além pré-evidência, ou psicólogos dos sentidos que obram na continuada empreitada da compreensão causalmente justificando os impulsos de quem origina e de quem escuta; aqui e agora é tão somente uma mais outra faixa de sons intrincados uns nos outros, com a virtude de ser aprazível.
O telefone, não meu senão a título de empréstimo, fixo, permanece abandonado a um canto recôndito para que não incomode com a sua presença fisica e simbólica. Não importuna, valha isso, existindo sem voz. O correio electrónico, institucional, não pinta novas letras e palavras e frases e quaisquer outros amontoados de estruturas sintácticas que quantas e quantas vezes mais imperceptíveis são do que mensagens límpidas – e assim legítimas – endossadas a um destinatário em particular. Também este, correio de bits e bites mais kilobites e, quando assim entende, em megabites, constitui presença não incomodativa; só talvez pelo facto de se fazer saber como existindo – provando que a possibilidade de o vir a ser - incómodo – é real. Pode ser que seja eu quem o coloque em movimento, relembrando assistência há muito reclamada que vai tardando por inércia e inépcia; porém mais tarde, também assim não obstando ao seu sossego.
“O céu está no chão, o céu não toca o ar”, em português do Brasil; nem sei o que é. Desdenho de quem canta, mais ainda da forma como as notas dos instrumentos são accionadas, do conjunto em si cuja articulação vou depreciando em amontoado mental que escuso exteriorizar. Uns metros atrás uma graphic station exibe em orgulho solitário mapas complexos em monitor orgulhoso de suas potencialidades ainda que não menos solitário; e também o descodificador de ondas rádio opera no abandono de seu dono. Não toca o ar, mas sim o chão onde se faz morar; estranho céu que todavia me cativou pelo seu dito. Prova provada que as disfunções ficaram para durar. Evito promover continuidade no raciocínio, aborrecer-me-ia seguramente; inoportuno no tempo do momento. “não mexas no tempo, não; pára de esperar por quem não vem”, postula a Viviane que dá uma das vozes a uma pertença de Sardet.
A rotina tornou-se mais pesada, densa de odores a mofo. Porque o sono todas as noites tarda, obscurecido pela teimosia de conjurações descabidas, defuntas, destituídas de pertença a este tempo. O cansaço que esgota intelecto e físico sem parcimónias aufere-se em arrogo do título de sintoma primeiro.
Fazes-me falta.

não separe a burrice humana o que a transcendência do amor juntou
Muros’, Júlio Machado Vaz

Publicado por PmA em 12:28 PM | Comentários (0)

agosto 02, 2005

Avatares...

Quando acordar aviso as entidades reponsáveis. Até lá, as mesmíssimas histórias proscritas sem variância.

"Jennifer we can’t go wrong lets put it in writing
Jennifer we can’t go wrong lets do it right now
Maybe you were a little hasty
But they say love is blind
Now her name on you
Jennifer in blue
Did you ever have a bad dream wake up and it not stop?
Did you ever feel for a girl for a time and then stop?
"

'Jennifer, she said', Lloyd Cole

THE AWAKENING OF THE FOREST
the awakening of the forest, 1939, Delvaux

Publicado por PmA em 11:37 AM | Comentários (2)

sublime, sublime...

Se verdade é sonho foste feitiço que me adormeceu.


"E depois, a mudança não era tanta assim, maldito hábito de fantasiar o que lhe ia na cabeça, Pedro decidiu procurar-se pela casa, mudamos e as coisas mudam connosco, servem-nos de espelhos."

'Muros', Júlio Machado Vaz

Publicado por PmA em 10:48 AM | Comentários (0)

agosto 01, 2005

(in) Divino

Não se descortinando uma solução faz-se o que de tão habituado se está: repara-se, remediando - até que dure.


"Then the rainstorm came, over me
And I felt my spirit break
I had lost all of my, belief you see
And realized my mistake
But time through a prayer, to me
And all around me became still

I need love, love's divine
Please forgive me now I see that I've been blind
Give me love, love is what I need to help me know my name
"

'Love's Divine', Seal

Publicado por PmA em 11:51 PM | Comentários (0)