julho 30, 2004

Viagens...

... em excelência.


Nada que um assalto a um banco não possa proporcionar. ;)
Pois é...

Publicado por PmA em 07:11 PM | Comentários (4)

Definições

Melo ou Melinho ou Melito ou Melico = elisão entre o adjectivo caramelo (de 'és um...') com o adjectivo melado (de 'ser...')

Publicado por PmA em 04:28 PM | Comentários (0)

É assim... (XXIII)

Ao escutar: 'não é difícil gostar de ti'; pois, é de retorquir: 'o difícil está em continuar a gostar'.


Cumprimentos ;)

Publicado por PmA em 04:03 PM | Comentários (0)

Mas?!...

Pato orelhas? Está bem, pode ser. Até gosto.

;)

Publicado por PmA em 03:58 PM | Comentários (0)

julho 29, 2004

Isto de ter...

... um blog e passar dias sem postar não é do mais correcto. Não tem havido disponibilidade, paciência. Voltará a haver, com certeza.

Abraços,

Publicado por PmA em 02:08 PM | Comentários (0)

julho 24, 2004

Rio do teu...

... umbigo, cravo-te os dentes.
Quase, ipsis verbis, Chico Buarque.

E é mau? Não!, nunca seria.
Porquê?

Publicado por PmA em 05:29 AM | Comentários (0)

Ground control to major Tom

Indefinido. É o belo adjectivo com que conscientizo a minha praxis. Como vou asseverando, paciência. Apesar do teu jeito manso que és e tens, e do teu eu quando quase me machuca; dizem, com a barba mal feita. Quando?
Indefinido, diz o Tom para a Terra, na boca de David Bowie. Indefinido? Não. Infortunadamente não... mesmo!
Gostava de ter a máquina de Wells, aquela que procura, com demasia em inconsistência, o passado. Inconsistência? Rio-me, desato numa gargalhada fantástica. O que é a inconsistência? Volto a rir-me – para mim, de mim: em sussurro, não vá alguém ouvir-me e... e depois, depois rir-se de mim, implacável e com frontalidade num/ dum absurdo.
Que raio? Beco sem saída, este que escolheste. Mentira! Sabes qual é a saída, e bem demais; resta-te a insuflável, e instável, inflamação que nos absorve... por vezes, só por vezes. Foste. Foste sem nunca ser.
Estou absurdamente cansado do parque das nações: qu’ ele se f#... Tudo se flui.. tudo se fluíu. Afinal, tudo sempre foi fluído.
Arre, o que é que tu querias? Bem, mais do que o sonho... pois, aquele que vou/ vais 'sonhando'. (enormes reticências)


Abraços e beijos em conveniência, meus.
;)

Publicado por PmA em 05:13 AM | Comentários (2)

Sentirmo-nos...

... tão pequinos que agonia.

Já sei; Canso-me do nosso alfabeto.

Publicado por PmA em 04:48 AM | Comentários (0)

julho 22, 2004

O mito do final feliz

Que mais senão mesmo um mito? Dizem os antropólogos (e etnólogos, etc.) que o mito sobrevive, ou melhor, é-o através da sua repetição: o rito; o ritual de promessas sentidas e verdadeiras entre dois seres embora, ensina a história, caiam inevitavelmente em saco roto – o do esquecimento, da rotina, do hábito, da substituição por outrem: micro-rol de causas que consumam o esquecimento das promessas (feitas em sinceridade, na altura: contudo, os tempos mudam... e com os tempos as pessoas... e com as pessoas...).

O assolo da felicidade é extemporâneo, por muito que o neguemos, que insistamos para connosco que desta é que é: para sempre. Freddy Mercury, ele próprio, cantava “who wants to live forever? (...) our love must die”.
O vini, vidi, vici existe, jamais aplicaria sentença em contrário: mas existe, sim, num espaço e tempo (de)limitado, muito próprio – infinito, enquanto (per)dura (aquilo que me ensinaste, SS, pena que o tenha compreendido demasiado tarde – ficará, todavia, como lição para o futuro: pequeno consolo que te ofereço).

O que começa por ser um estado de emoção agrava-se: não o queria ter feito, mas estaria a enganar-nos se não to dissesse (mais cedo ou mais tarde confrontar-nos-íamos com a realidade que relega para o nada o mais belo sonho). Ouvi-te, do outro lado da linha, a chorar. Pesou-se-me a alma: era o resultado das minhas palavras, ainda que ditas em tom suave e meigo. Por ora o sonho continua a ser vivido, sê-lo-á, a nosso gosto, por tempo indeterminado – mas subjugado ao fim que sabemos aproximar-se: qual de nós não se dá conta desse inominável facto? Sem reservas penso: “paciência”. Ensinaste-me a calma com que devemos comportar o tempo; alia-se a lição do eterno vivido num espaço balizado, com as suas (rígidas) fronteiras. Paciência, há muito para ser vivido até que o término coloque o seu ponto final (sem parágrafo, sem posfácio, sem nada: o ponto final, finalíssimo, em si). Existem tantas estações, comboios mais ainda; mas empreendeste num comboio de viagem só de ida: o retorno, esse, é agora uma não opção – impensável (também a mim, emocionado, me apeteceu chorar; como sempre nestas circunstâncias, nem isso consegui – sensível? sei lá; se calhar não, não mesmo).

Universos paralelos sem paralelo... penso que é isso mesmo, é assim que posso caracterizar, por aproximação, aquilo que carece de passado mas que é rico em presente(s) – intenso? “Don’t worry, be happy”, cantarolava Bob McFerry. É aquilo que pretendo, não me rendo nem vacilo perante ilusões: mas não admito que me (re)tirem o sonho, não agora que é cedo demais.

Confidenciei-te o que todos sabem, que aquilo que não é bom tem sempre um fim; não podia ficar sem completar a frase que iniciara: pois é, também o que é bom nasce, como o ser humano nascituro, com os pés virados para a cova – enfim, de igual forma o que é bom não dura para sempre: só nas nossas memórias, que vamos avivando conforme o apetite, vive eternamente, numa eternidade circunscrita à condição da existência.
O ser feliz para sempre redunda, quanto muito, numa situação pacifista em que o conformismo é a regra: estamos... estamos pelos apêndices que brotam lindos, pelo hábito, porque os outros têm já parte de nós numa apropriação algo indecente; estamos porque é confortável, estamos... porque estamos? quantas vezes não conhecemos resposta a uma questiúncula tão simples... E quem se pode atrever – arrogar! – à censura? Eu não, com toda a certeza. Sei que o feliz para sempre não existe – limito-me a buscar um qualquer sucedâneo que, razoavelmente, me satisfaça ou vá satisfazendo.

Abraçando a geriatria (do pensar), faço uma analogia entre o significado desta publicação com aquilo que julgo ser bem demonstrativo: na voz de Bono ouve-se emotivamente, com a bateria de Larry Mullen Jr. em cenário de fundo, “This song is not a rebel song; this song is sunday, bloody sunday”.

Cumprimentos.

Publicado por PmA em 08:55 PM | Comentários (0)

julho 21, 2004

Aflorando a ignorância

A simplicidade com que somos rotulados, com uma veleidade que roça a impertinência, demonstra o mau carácter de ser – ou do ser – com que nos deparamos no quotidianamente vivido. Peões num tabuleiro de xadrez... peões que são os primeiros dentro daqueles que podemos prescindir: todavia, este é um cenário que irrefutavelmente relego para um plano de inferioridade – a importância devida, se devida, deve ser complacente para com alguns toques em soslaio de ignorância.

Tornou-se uma constância: inclusivamente em plena luz do dia, quando a estrela-mãe nos prenda com o seu sorriso aberto e que o é para todos, somos abordados pelo ‘gatuno’ que não pretende obter de nós o que de material temos, mas tão somente(!) assolar-nos com o terror, escondido por detrás de uma arma que destrói as hipóteses de um justo confronto mano a mano: o seu móbil é destruir e humilhar; É por isso, que mesmo à luz do dia, deveremos ser cuidadosos em relação aos caminhos: escolhendo aqueles que menor risco aparentam – mesmo que por assim o parecerem mais não serão que doces maravilhas que escondem a armadilha prévia e propositadamente montada (não faz mal, nem todos se encontram armadilhados e sobre os que estão... bem, há que contornar os obstáculos com dignidade e com a cabeça – ainda mais – erguida).

Urge-me a necessidade de citar, pela enésima vez, um excerto de uma letra de U2: “They took your life, they could not take your pride”. Súmula consistente, esta, da mensagem que pretendo fazer passar neste post.
O ser simplista é praticamente um antagonismo ao ser simples. Aliás, acomete-se entre os dois conceitos uma diferença abissal: um, o simples, é honesto; o outro, simplista, é absurdo e inconsequente, fruto da perversidade de indivíduos incompletos. Em resposta à ignorância urge responder-se ignorando – como se um mal justificasse outro: já nos ensinavam ainda em criança, mormente os queridos (e protectores) progenitores, que duas más acções não se consumam numa boa. Mas a inocência da idade, essa, foi-se há muito.

A ignorância, em acções e/ ou atitudes dela impregnadas, quando manifesta – excluindo-se a latência do não pensado – deve ser objecto de crítica e repugnância, já que esconde sentimentos viciosos por detrás de um véu de ‘caricatura’ ou de um ‘não foi por mal’ mentido e mentiroso.
É perfeitamente prescindível o dom da oralidade ou da escrita para se ser manifestamente ignorante: talvez um maior domínio do verbo lhe possa oferecer maiores requintes, asserindo como pretensamente belo o que de e em facto enoja. Terão já mais que percebido que a ignorância a que me refiro nada tem a ver com o conhecimento ou algo empobrecido que se assemelhe a tal ‘coisa’.

Enfim, o melhor será concluir com uma bela expressão que ‘embeleza’ o meu maço de tabaco do momento: “Fumar pode prejudicar o esperma e reduz a fertilidade”; é sempre aprazível sabê-lo.

Cumprimentos, caríssimas e caríssimos.

Publicado por PmA em 08:45 PM | Comentários (2)

julho 19, 2004

Do tédio, enfim...

Comentários que agora se perdem nas penumbras de um arquivo mensal, esquecidos da sua existência – porque para isso mesmo servem os arquivos: deixar (relaxar) sem que mais importe – agrediam-me com palavras em inglês, transpostas e adaptadas de um ‘Trainspoting’ mediocre: get a life, get a job, get a haircut. Fui ouvindo – e sentindo sem o transparecer – a mensagem que poucos percebiam, mas que não falharia em sentido àqueles que da semiologia souberem dar uso. Mantive, irresponsavelmente, uma atitude de apatia e de (algum) desprezo perante o significado manifesto – ou deveria optar pelo plural: significados manifestos? Tudo se resolveria, ia julgando apesar da certeza do oposto, com o tempo e, uma vez mais – porque não? –, tudo cairia do dito céu. Ideia volátil e inconsequente, esta a minha. Nada se alterou – de facto, e em maioria de razão, tudo se embebeu de contornos ainda mais obscuros. E isto ocorreu quando? Passaram quantos meses? Útil, esta facilidade com que o esquecimento do arquivado ajuda no esquecimento do presente.

‘Still talking to myself’... mantenho-me agarrado ao portátil do pretérito e passado século: máquina do esquecimento, esta; máquina que se torna a companhia que melhor me percebe mesmo destituída daquele ser orgânico que torna possíveis o pensamento e o(s) sentimento(s). Companhia amiga enganadora, que nada de novo traz consigo mas tão somente o contínuo estagnar de quem pensa/ pensava recusar mudar. E assim era: assim não poderá (mais!) ser. Inclusivamente o raio do blog deu voltas (de 360º, como dizem alguns, que me despertam sempre uma triste gargalhada – embora contida) culminando, por ora, numa ‘produção’ em que não me revejo se ponderar os ideais que foram os da sua emergência. Paciência, nada é estático em moldes – redundância: como tanto me apraz – absolutamente absolutos.

Interrogo-me se o tédio não será amigo preferencial do meu ‘amigo’ tempo. Aliados, tornam-se insuportáveis e abalam todas as vontades: e ao invés deles fugirmos, por sua acção mais neles nos embrenhamos: vicioso ciclo cujo dispositivo para o quebrar, conscientemente, ainda não desvendei (embora seja claro e evidente que um posto de trabalho – minimamente interessante – intercederá pela nossa causa; e de forma amplamente gratificante).

‘Still talking to myself’, mas o certo é que até determinados laços de sociabilidade omitem no preenchimento de uma pessoa – enquanto pessoa, enquanto isso mesmo. Não apresento queixumes em relação a veleidades de outrem, para quê? Para quê quando a predisposição com finalidade a esse preenchimento é inexistente (ou quase – ainda há quem escape a este meu rótulo, tão simplista quanto egoísta).
‘Still talking to myself’, diz-se mais valer só que em companhia sem devido valor; esta máxima, contudo, em nada se compatibiliza com quem sou: por outra vez, lá vai a minha arrogância permitindo-se negar chavões que muitos (demais) tomam (absorvem-nos!) como certos (e tidos! – não acredito na verdade, sim em verdades). Insisto em falar sozinho, sem ninguém aqui, com o portátil que ‘massacro’, cacetada atrás de cacetada num teclado com um toque quase perfeito (para máquina, para algo inorgânico). Paciência: vai funcionando, mesmo que ultrapassada a data de validade que lhe previra e destinara. É tão engraçado falarmos sós, mesmo quando rodeados por muitos.
Realmente, isto do tédio mina a qualidade do ser, tolda a visão que dos outros mantemos (deverei dizer mantínhamos?). Os momentos e os seus homens... bom, este é só mais um desses momentos, certo Erving? Outros virão.
(Pesarosamente, e para concluir, este blog – está bem, não lancem foguetes! – encontra-se em sério risco de desaparecer algures em breve: parece que me vou ver impossibilitado de aceder à internet cá por casa – bom, a ver vamos já que de momento não há certezas em si totalmente consistentes.)

Como nem tudo pode ser mau, se há que manter uma ordem, chegou hoje um dos meus álbuns de eleição (óbvio, com uma palavra de agradecimento ao NR que mo encontrou):


Porém, mesmo as letras de synth/ future-pop são uma apologia à ‘desgraça do coitadinho’ – com as devidas excepções –, carregadas de um fatalismo que se traduz numa aceitação do conceito de destino de que tenho e mantenho firme recusa. O acaso sim, tão diferente do determinístico destino, partilha das minhas crenças – e seduz-me, este acaso (diria bem, bem melhor o ‘meu’ mestre Raymond Boudon, que nele estrutura considerável parte do seu paradigma).


“My beloved do you know…
when the warm wind comes again another year will start to pass?
Please don’t ask me why I’m here.
Something deeper brought me than a need to remember”
‘Beloved’, VNV…

“If I would shed my skin, the layers left, but not the lessons learned
it would not undo what I have done
or grant forgiveness in some better day”
‘Genesis’, VNV…

“gracefully, respectfully, facing conflict deep inside myself
here confined, losing control of what I could not change
gracefully, respectfully I ask you please don’t worry, not for me
don’t turn your back. Don’t turn away”
‘Epicentre’ VNV…

Caríssimas e caríssimos, cumprimentos meus.

(Numa temática completamente independente do conteúdo deste post:)
“Don’t call me daughter
not fit to”
‘Daughter’, Pearl Jam

Publicado por PmA em 04:44 PM | Comentários (2)

julho 18, 2004

Porque é que haverá...

... sempre e inevitavelmente uma cadeira vazia?


©

Alguém que nos espera ou alguém que partiu? Isto seria suficiente para dissertar em longas linhas... não o farei que isto da vontade é pouca.

Cumprimentos.

Publicado por PmA em 07:53 PM | Comentários (2)

Excepto de sexta...

... para sábado, em que abri a porta de casa às 8h35 da manhã, tem sido aquilo que vem safado o fim de semana:


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Bom. Muito Bom. Razoavelmente fácil e excelente para desanuviar... e enganar o tempo que não passa.

Publicado por PmA em 07:49 PM | Comentários (0)

Frankly, my dear...

..., I don't give a damn.


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©

'Gone With the Wind'. Digam o que quiserem: eu gosto.

Publicado por PmA em 07:46 PM | Comentários (0)

julho 16, 2004

Tasco fechado...

... até terminar de arrumar a espelunca do meu espaço de sono e (algum, pouco) trabalho.

Regresso dentro de uma semana, se entretanto não me perder irremediavelmente no meio de tanta tralha.

Publicado por PmA em 02:49 AM | Comentários (2)

julho 15, 2004

Vrummmm

Já escolhi a música.


©

Falta-me o destino.

Publicado por PmA em 05:31 PM | Comentários (3)

Quando julgava...

... parcas as possibilidades: lá vou crescendo a expensas de uma pequena (grande!) paixão. Dizia-te um obrigado, mas sei que de volta me agredirias dizendo que nada é que seja de agradecer. Pois é. Mas de pequenino, letras ilegíveis, obrigado.


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Viagem que avassala, esta de empreitada que ia desconhecendo. Ainda bem que contigo foi, em contrário facilmente me destruiriam!!!

Publicado por PmA em 07:15 AM | Comentários (2)

Estranho...

... Portugal para um país que não se (re)conhece...
Mas não para por uma Europa que (teima) ignorar, diz-se em boca cheia.

Estas tretas das prioridades...


©

Parcas estas... Que escassez em comunicação, julgo.

Cumprimentos, caros e caríssimas

Publicado por PmA em 06:44 AM | Comentários (0)

Ego-centrado...

... é como defines esta história de se criar e ter um blog. Sim JcM, ou meu caro Marmelo, facilitando a comunicação: De facto terá sido a mehor definição desta amplamente característica blogosfera que ultimamente ouvi. Inclusivamente tem a sua musicalidade... sonoro interessante. Tens razão, quanto a mim - indubitavelmente: mas é assim mesmo um log na web. Qual foi a expressão inglesa que disparaste? Hmmm, penso que o NR saberá.


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Quanto a mim, cá me manterei furiosa e egocentricamente agarrado ao teclado.


Um abraço, Marmelo - e a a todos vós.

Publicado por PmA em 06:28 AM | Comentários (1)

Penso em ti...

... com o portátil, dinaussara máquina de escrever evoluída, à frente de mim; pois é, ao invés de me preocupar com os trabalhos do mestrado...

Que se lixe: you only live twice e já(!) queimei uma oportunidade.

Grrrr... píveas de indecisões!


©

Publicado por PmA em 05:25 AM | Comentários (0)

Sempre preso ao portátil


©


"Dance me to the children who are asking to be born
Dance me through the curtains that our kisses have outworn
Raise a tent of shelter now, though every thread is torn
Dance me to the end of love"

'Dance me to the end of love', Leonard Cohen


Quando tudo vale a pena... bom, tudo mesmo vale a pena.
(já gostava - ou ia gostando, sei lá! - de ser pai.)

Publicado por PmA em 05:17 AM | Comentários (2)

julho 14, 2004

Fechado para obras...

..., o dono está em reconstrução.

Talvez regresse amanhã.


©

Publicado por PmA em 04:18 AM | Comentários (2)

julho 13, 2004

E viva a má disposição...

..., sim senhor. Há dias assim. Ou semanas; ou meses. Ou o raio que parta!
Xiii, mesmo bem disposto - este gajo: eu.
Vai resmungando para aí...

Publicado por PmA em 12:25 PM | Comentários (4)

Dear 80's

"So you though you'd like to change the world
Decided to stage a jumble sale
For the poor, for the poor
It's a waste of time if you know what they mean
Try shaking a box in front of the Queen
'Cause her purse is fat and bursting at the seams
It's a waste of time if you know what they mean"

'Flag Day', Housemartins

Publicado por PmA em 12:20 PM | Comentários (2)

rescisão de contrato-

Vou conhecendo cada vez mais: redundantemente, sem que na rescisão redundem. Ah, pois. Volto a Guns: hoje estou puto (quem dera voltar! e se voltava, sem ti... sem ninguém mesmo).

"I Know that you can love me
when there is no one to blame"

'November Rain', outra vez. Pois é, mais uma. De certo, ainda bem que aqui mando. Hoje só há disto: mesmo! Originalidades nenhumas.

Pois é meus caros, pois é... será ou foi? Bem, resposta para outra oportunidade. Pois é. Envergonho-me do e de quem sou: por vezes.

Publicado por PmA em 06:53 AM | Comentários (6)

sadismo, azar...

"I wanna watch you bleed"

Vindo de puto, mais Gn'R:
'welcome to the Jungle'


Vem de puto e mantém-se. Sempre que justificável. E, sim, conto quase trinta. Paciência, mon frères.

Publicado por PmA em 06:20 AM | Comentários (2)

Com má disposição, verdades estemporâneas.

"You think you're so cool
why don't tou just fuck off."

Pois, regressão juvenil a um
'It's so Easy', G n' R


Todavia, verdade. Pura e crua. Mais ainda para quem cabe o capuz.

Publicado por PmA em 06:13 AM | Comentários (2)

Só mentiras.

"even when I hate myself
Even when I feel your pain when you cry
Even when my heart is cold
You assure me it's worth while
It's all worth while'

'Unicorn (Duet Version)' Apoptygma Baerzerk


Que não se busque, não...

Publicado por PmA em 05:30 AM | Comentários (0)

Julgo ser assim, porém não sustenho.

"Wanna grow up to be
be a
debaser"

'Debaser', Pixies

(desculpem, não traduzo. é favor ver um dicionário.)

Publicado por PmA em 04:41 AM | Comentários (0)

julho 11, 2004

Covenant...

... no Porto. Disseram-me que foi muito bom. Invejo-te, embora sem maldade, meu caro. Quem me dera: mas sabes que trabalhas e eu por ora não.
Bolas, se me aceitassem no Piaget pagava um jantar à rua toda!!! (Não me mal-digas: a ti também pequena).

Bem sabes, linda:
"You are just what I want, the perfect body, the perfect face
I love who you are for every move you make, for every word you say
and for every second that we spend"

... e por cada beijo: único, cada um deles.

State of the Union, 'Romancing the Stone'

Publicado por PmA em 05:25 AM | Comentários (4)

Neurose, o blog.

Pois é... Nomenclatura fácil para quem, de permeio, vai (re)conhecendo diversos meios. Pois é... neurose: para mais fóbica. Tanto que em significado se vai perdendo, desde que em nascituro se deu este weblog. Pois é... Bom, mantenho um certo recato: não vou massacrar ninguém com as definições de neurose, asseridas, eg, no Quarto Manual da American Psychiatric Association Diagnostic and Statistical Manual; o conhecidíssimo DSM-IV, nem as de fobia, no mesmo tão escalpelizadas – ou mais ainda!
Determinadas neuras desaparecem com o tempo; esta minha terá desaparecido – ignoro, todavia, por quanto tempo – num espaço e tempo indeterminado. Porque sinto, então, as assaz mordidas de alguns próximos, tipo tu que não vais comentar para não ‘barracar’ e que todavia vai predizendo, a passo, o futuro? Pois é... para ti, vou sendo não neurótico, em facetas algumas, negando concretizações inabaláveis – como tu, meu caro, vens ditando. Por ora, bom, por ora a neurose foi-se. Sendo de facto verdade este blog teria como destino único o tal delete; tal não se consumará: outras neuras surgem – sim, mesmo devido a ti – a ti que não aquele outro referenciado.

Vou-me alimentando de um sétimo céu que por aqui venho recusando – não te iludas: a recusa mantém-se igual, pois que sim, nem mesmo tu; ou principalmente tu. O destino e o tempo são a meu ver constructos; constructos fáceis, de uma facilidade medíocre que nos gostamos de alimentar – confesso, não sou melhor e também neles acreditaria se mo facilitassem; aliás, se me facilitassem a vida no que sou; porém, nunca o fizeram e desta, lamento, não terão significado diferente; deste modo racional e afectivamente continuarei a repudiá-los, a contragosto, com toda a firmeza.

Não pronuncio políticas: há-os crentes no capital, há-os crentes na comunidade. Nem desta o farei. Assim o exijo de mim: compreenda-se como um axioma que me acompanha de formação – e de conveniência, não desminto. Imparcial, acima de tudo. Irra, imparcial: até acima de mim: científico, dirão; estúpido, porque não? Não julgo – não entrarei em julgamentos. Não agora. Isso sim, assinalaria a morte deste blog que mais não seria que a sombra que tantos outros que, por mais interessantes, transpiram a mediocridade da palavra fácil – é tão fácil usar a palavra, é mesmo: para mim pelo menos, para vós também, com todas as garantias.
O Santana, o Sampaio? Não, não aqui – não mesmo: tenho outro espaço, recôndito onde arduamente me encontrarão, dedicado a essas realidades: disparares daqueles a que aqui me dedico, bem ou mal: julguem os senhores, que eu também julgo.

Na realidade, é crescente o meu espanto ao observar o aumento de visitas diárias neste blog. Que verão aqui? Não vos aborrecem os textos longos, as incongruências (muitas) que venho (de)notando, as banalidades que, em demasia, por aqui posto? Alguns compreendo... por simpatia, amizades longas que se foram ‘alargando’ num blog que pretendia impublicitado. Todavia, contudo, porém e todos os restantes, nada que per si justifique um tão dilatado número de, digamos, ‘visitantes’. Nada aqui se apresenta que do mais banal encontramos no corriqueiro quotidiano de muitos de vós. Estranho... E ainda me digo (entre umas enormíssimas aspas) entendido nalgumas atitudes deste bicho social consternado a regras, significados e valores unificados e unficantes – por mais que neguem não vos acreditarei; a experiência, enquanto sociólogo, não pautada por grandeza no tempo, contudo felizmente justificada pela qualidade (se me é permitida esta redutibilidade demasiado, até!, pueril e simplista): parco percurso profissional, permanente o académico que jamais terminaria pela licenciatura e que, auguro, irá acompanhar-me ao grande términus. Quantas as vezes, a maior delas por terceiros, soube encaixarem-me o estigma de mediocro-banal? Pois, e daí? É mentira? Um só recado ou mensagem: criem um blog, deixando-se às considerações de outréns. Pois é, meus (todos) caros: sou medíocre e gosto. E depois? Olha, f#dam-se. É mesmo assim, a blogosfera. Ao menos vou sendo realista na minha definição ou ao que ela concerne. Medíocre, sim: com todo o gosto. Podia, inclusivamente, demonstrar algumas mediocridades doutros blogs que aqui linko. Para quê? Gosto deles e basta-me: nem sempre, mas com muitos até me vou rindo, por mau, muito, seja o português que usem; que têm que ver com isso? Gosto, é só: por isso aí estão – com perfeições e (muitas, tal eu) imperfeições.

Remeti-vos para conversas absurdas e insignificantes. Queria, tão somente, asseverar que nem tudo o que se lê (por aqui, como por outros, como por vocês) é tão linear. As minhas neuras – minhas por posse do sítio, ou que raio é – dependem exclusivamente de mim. Algumas deixaram de consumar qualquer significado – o que até tenho pena... e muita. Outras, dessas novas em novidade, surgirão. O neurose cá está: primeiro para mim, depois... depois para quem quiser, desconheço: com sinceridade.

Para mim, agradeço a ‘teimosia’. Para os outros semelhante teimosia que cá os vem conduzindo. O neurose não peca por escassez de necessidade nem irá escassear: nem tudo o que padece de neura, inclusive com o acutilante medo, receio, da fobia, pertence à caracterização de um DSM – saia o V ou VI.

Obrigado, a todos os caros e caríssimos de insolúvel paciência.

Neuroses? Pá, que só desapareçam quando eu próprio, em mim mesmo, desaparecer.


Que paciência para quem lê. Reiterado agradecimento. Abraços ou beijos meus: como melhor vos couber.


Publicado por PmA em 04:46 AM | Comentários (2)

julho 10, 2004

Quase conversa de café

- Bem disposto, pá?
- Sim (definitivamente - penso, enquanto me vem à memória uma música cantada, de preferência, pela Maria Bethânia e Alcione).

'O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes'

'O Meu Amor', Chico Buarque

Publicado por PmA em 12:49 AM | Comentários (2)

julho 09, 2004

Ora então...

... bom dia, Mundo!!!

Está-me a querer parecer que vou dormir um bocadito e... zzzzzzzzzzz

Publicado por PmA em 09:09 AM | Comentários (2)

julho 08, 2004

Como dizem os meus 'amigos'...

...
' 'Cause nothing lasts forever
and we both know hearts can change'


Nega-me este 'axioma', por favor... desespero...

Publicado por PmA em 04:24 AM | Comentários (5)

Ser sensível...

... é extremamente difícil. Há dias que venho preparando um texto sobre tamanha coisa. Pois... difícil, é o que é - digo quando pretendo fuigir aos assuntos: mas desta não acontecerá. Prometo.

Um abraço grande e forte ao erg. A vocês também, caríssimos.

Vou sendo contigo... sei lá, na medida do possível. Só para ti beijos: dos grandes e molhados (melados).

Publicado por PmA em 03:50 AM | Comentários (3)

Outra vez...

... o amor. Porquê? Porque ele é lindo!
Onde andas, esse ser que toca a perfeição?


A paixáo deixou de o ser só por si: acompanha-a um sentimento que o vai trasncendendo. Menina que adoro: digo, amo.

Cumprimentos, caríssimos...

Publicado por PmA em 02:24 AM | Comentários (0)

julho 07, 2004

The Number 1 single was:

Rod Stewart - "Sailing"

Isto no dia em que nasci...

Publicado por PmA em 05:40 AM | Comentários (4)

julho 06, 2004

Com perdão:

Sono? Que merda é essa? Lá para as 16...
Mestrado? Nã pá, só depois.
;)

"yesterdays
got nothing for me"

Gn'R, 'Yesterdays'

Publicado por PmA em 07:05 AM | Comentários (4)

Parabéns dum menino...

... miúda linda. Onde paras?

Bem, ao menos tu que saibas do que falo - ou escrevo: mais não posso, não é?

Isto de um tipo se sentir castrado no próprio blog é horrendo. Bem, bem... a culpa não é tua: vê se interiorizas (a ideia)!!!!

Parabéns, pá.

Irra, com pena me subscrevo - linda coisa que para aí andas.

Publicado por PmA em 07:01 AM | Comentários (0)

Quase como o gajo na ponte...

... como assegura o... Eminem.
"... silence... splaaashhhh!!!"

I'm almost at the bridge now - asseria.


'Stan', Eminem (pois, pois... no meio de tudo soa a estranho)

Publicado por PmA em 06:39 AM | Comentários (1)

Vá, este vai para um tipo...

... que tem sido absolutamente chato na minha vida - pela positiva!


©


Estamos - ao menos eu 'tou - contigo, pá!
(sempre a p.b., como eu gosto. a próxima é a minha, promessa PmA)


Thx, pá.

Publicado por PmA em 05:23 AM | Comentários (3)

Tenho que actualizar...

... essas fotos - à direita - da livralhada. Porém, ando sem paciência - novidades, bom, dessas não escasseiam.

Um abraço, caríssim(a)os

Publicado por PmA em 03:39 AM | Comentários (2)

Super-Homem (II)

Sinto-me capaz de tudo. Mesmo de ganhar.

Publicado por PmA em 03:09 AM | Comentários (0)

É assim... (XXII)

"And the sky is a lonely place
just me and the silent clouds"

'Helicopter', Covenant

Publicado por PmA em 03:05 AM | Comentários (2)

Ganhei ontem...

... uma coisa preciosa, mas esta não posso partilhar :(

Publicado por PmA em 03:00 AM | Comentários (0)

Se pudesse (II)

pirava-me (mesmo!) já.



Publicado por PmA em 02:44 AM | Comentários (0)

Uma rosa que medita

Não é assim tão impossível, basta acreditar: a imaginação flui por um Dali de '58 - Meditative Rose, chamam-lhe em inglês (ignoro se será a terminologia original)


"I know I'm lost
please let me suffer in silence"

Repetindo, Apop Bezerk com 'Suffer in Silence'

Rosas há muitas. Só quero uma.

Publicado por PmA em 02:23 AM | Comentários (2)

julho 04, 2004

Como previra...

..., e devido a uma determinada conjuntura - ou o seu não acontecimento -, não ganhámos o campeonato.

Como dizem os ferranhos sportinguistas, fica para a próxima.

Publicado por PmA em 11:38 PM | Comentários (0)

"How can I do

this...´

Dasssssssssssssss... num sentimento de
State of te Union: 'Romancing the Stone'

Fraqueza... Arre, que fraco.

Publicado por PmA em 04:17 AM | Comentários (0)

Super-Homem

Sinto-me capaz de tudo. Até de falhar.

Publicado por PmA em 03:48 AM | Comentários (2)

julho 03, 2004

Se pudesse

pirava-me já.


Publicado por PmA em 02:37 PM | Comentários (0)

Hoje é assim

que me sinto: na ambivalência entre uma batida future pop e a mensagem transmitida.
Hmmmm... nostálgico...

"As we dwell inside the safe zones that we've made
Where nothing but earthly pleasures seem to matter
The only light we see is from the screens
No will to feel or explore the forgotten dimensions

Some day we'll catch a glimpse of eternity
As the world stands still, for a moment
And I guess we will be making history
When we all join hands just to watch the sky
(For a moment...)

Our selfish lives have made us all go blind
One day we'll awake by a bright light on the horizon
In one second every eye will see the same
And this blinding light will draw all our attention

Some day we'll catch a glimpse of eternity
As the world stands still, for a moment
For the very first time and it's meant to be
We'll forget about ourselves and share the moment
(For a moment...)"

'Eclipse (radio edit)', Apotygma Berzerk


Há dias, há vidas, há o c#r...

Publicado por PmA em 02:32 PM | Comentários (0)

Vai um copo?

Mas tranquilamente, não façam duma long drink um shot.
;)

How to make a PmA
Ingredients:
3 parts mercy
3 parts self-sufficiency
3 parts energy
Method:
Stir together in a glass tumbler with a salted rim. Add lustfulness to taste! Do not overindulge!
Personality cocktail
From Go-Quiz.com


E com esta me deito hoje. Boa-noit... zzzzzzzzzzz

Publicado por PmA em 02:23 AM | Comentários (0)

Cypher

Interessante com uma história interessante, mais não.
Hora e meia, sensivelmente. Passa rápido - nada aborrecido mesmo em termos de enredo.
Sempre num zigue-zaguear de reviravoltas que inclusivamente, com boa vontade, se aceitam bem.
Claro: o senão. Pois, inevitável... infelizmente. Preferia ter ficado na ignorância quanto aos 'data' extorquidos do tera-computador, o que daria uma final menos feliz mas mais 'feliz' enquanto obra.
Ainda acreditam em contos de fadas? Tanta verborreia visual para se fazer o final apoteótico do Amor... Pois, afinal mesmo foi tudo por amor.
Com histórias destas para a próxima fico a ver os morangos com açucar - bem, tudo com medida: é melhor não exagerar.
Do amor... Será que há quem se convença?

Curiosidade:
alguém sabe onde se vendem 'helis' daqueles?


Cumprimentos

Publicado por PmA em 02:01 AM | Comentários (0)

julho 02, 2004

Vamos lá acalmar os espíritos (II)

Vá, esta até faz pensar se atentarem bem na letra. Entreguem-se aos sons e deanuviem - que eu farei o mesmo.

"Come up to meet you, tell you I’m sorry
You don’t know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
Tell you I set you apart
Tell me your secrets, and ask me your questions
Oh lets go back to the start
Running in circles, coming up tails
Heads on a silence apart

Nobody said it was easy
Oh it’s such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said that it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling your puzzles apart
Questions of science, science and progress
Do not speak as loud as my heart
Tell me you love me, come back and haunt me
Oh and I rush to the start
Running in circles, chasing our tails
Coming back as we are

Nobody said it was easy
Oh it’s such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I’m going back to the start

Oh ooh ooh ooh ooh ohh"

'The Scientist', Coldplay

Publicado por PmA em 03:27 PM | Comentários (0)

Vamos lá acalmar os espíritos

Duas de Coldplay, assim de rajada. Fechem os olhos e deixem-se levar.

"In my place, in my place
Were lines that I couldn’t change
I was lost, oh yeah
I was lost, I was lost
Crossed lines I shouldn’t have crossed
I was lost, oh yeah
And yeah
How long must you wait for it?
Yeah
How long must you pay for it?
Yeah
How long must you wait for it?
For it

I was scared, I was scared
Tired and underprepared
But I wait for it
And if you go, if you go
And leave me down here on my own
Then I’ll wait for you
Yeah

And yeah
How long must you wait for it?
Yeah
How long must you pay for it?
Yeah
How long must you wait for it?

Singing please, please, please
Come back and sing to me
To me, me

Come on and sing it out, now, now
Come on and sing it out, to me, me
Come back and sing

In my place, in my place
Were lines that I couldn’t change
And I was lost, oh yeah, oh yeah"

'My Place', Coldplay

Publicado por PmA em 03:24 PM | Comentários (0)

Mesmo nas situações...

... que maior perturbação podem acarretar o melhor é seguir uma máxima que devo ao Sting:

"Be yourself
No matter what they say"

'Englishman in New York', Sting

Pois, "Gentlemen will walk but never run" (idem, ibidem).

Publicado por PmA em 03:06 PM | Comentários (0)

Sobre a insegurança...

... a vicious sentiment.

Instalada no âmago do cérebro, coisa irritante que jamais se desvanece. Num estilo americanado (e ou mesmo amaricado) di-lo-ia a Rainha de Copas do meu naipe de inimigos da nação. Não serve para nada, atrapalhar é a sua função – esteja-se no fundo do tal poço, que ainda ninguém viu, ou a esvoaçar pelo sétimo céu, igualmente nunca visto. Destrói tudo o que encontra até se auto-dizer senhora da circunstância. E aí deixo de agir. Para a esquerda, para a direita, ré ou adiante? Sei lá, depois de activa faz-me perder a racionalidade e frieza com que julgo os fenómenos: se gostam, então deixaram de gostar; se não gostam, é pá, agora é que não tens a mínima hipótese. Espalha-se como um vírus, diria o sr. agente Smith, fulminando autoestimas e orgulhos. Olho para o espelho e vejo o nada, ou um fantasma do que fui – ou seja, nada; nada pois é isso que os fantasmas, esses espectros, são.
Sinto que estou a ganhar, que é desta – o objectivo, esse, tão próximo; a garantia do dado adquirido. Depois soltas umas palavras – possivelmente só eu as ouvi – que consigo trazem a atómica onda de choque: arrasado. E depois? Depois nada, é o espectro...
Certificado de que aquilo que possuo é de facto meu, olho em desespero as ruínas em que num segundo se tornou aquilo que tanto demorou a (re)construir. Há uma hora a certeza; agora a certeza de que nada está certo – na propriedade bem como no encadeamento da (in)justiça.
É impossível ganhar-lhe a guerra – umas quantas batalhas, quanto muito. Outro ser vem que recupera o arruinado: traz apenas uma garantia, a saber, aquela de que outras ruínas virão. Ciclo perfeito de coerências é este de saber que a única segurança que tenho é a da insegurança – desta puta de insegurança que tudo volta a uma tábua quase rasa: e regozija-se a gozar comigo.
É pela insegurança que tenho seguro que...

Serás minha tão pouquinho tempo – em boa verdade nunca serás minha, pois assim está traçado.


1 “Do you cry out in your sleep
All my failings exposed
Get a taste in my mouth
As desperation takes hold
Is it something so good
Just can't function no more?
When love, love will tear us apart
again”

2 “Here she comes
You'd better watch your step
She's going to break your heart in two
It's true

It's not hard to realise
Just look into her false colored eyes
She'll build you up just to put you down
What a clown!”

3 “When you think the night has seen your mind
That inside you're twisted and unkind
Let me stand to show that you are blind”

4 “I know I messed things up
by turning gold to stone.
Because of my free will
I lied about it all the way.
I need to forget,
and make this tragic feeling go away
(…)
I know I lost.
Please let me suffer in silence.
I've said enough.”

5 “I got a feeling
That tells me something's wrong
I guess I'm just jealous
But I'm afraid you know something I should know too”

(1 ‘Love will tear us apart’, Joy Division; 2 ‘Femme fatale’ e 3 ‘I’ll be your mirror’, The Velvet Underground; 4 ‘Suffer in silence’ e 5 ‘Something I should know’, Apoptygma Berzerk)

- Este post será continuado: hoje não há mais disposição -


Publicado por PmA em 05:07 AM | Comentários (2)

PARABÉNS!!!...

... pazinha!!!

Mais um ano em que quase me apanhavas, mas sabes que daqui a um par de meses recupero a distância. Isto de ser mais velho tem as suas vantagens: respeitinho, hã?

Espero que passes um óptimo aniversário!!! - pelo menos não estás a trabalhar hoje, o que por si é um bom princípio...


Beijos grandes para alguém muito especial, que com toda a certeza irá apagar muitas mais velinhas.


"Moses went walking with the staff of wood. yeah, yeah, yeah, yeah
Newton got beaned by the apple good. yeah, yeah, yeah, yeah
Egypt was troubled by the horrible asp. yeah, yeah, yeah, yeah
Mister charles darwin had the gall to ask. yeah, yeah, yeah, yeah
(...)
If you believed they put a man on the moon, man on the moon
If you believe there’s nothing up my sleeve, then nothing is cool"

Sempre especial e a cair com peso e medida este

'Man on the Moon', REM


Muitas (mais, tantas...) aventuras te esperam. Enfim, uma vida pela frente:

"When the day is long and the night, the night is yours alone,
When you’re sure you’ve had enough of this life, well hang on
Don’t let yourself go, everybody cries and everybody hurts sometimes"
('Everybody Hurts', REM - não sendo especial como a outra...)

Porque ainda és uma criança. jinhos e diverte-te aos pontapés pelo mundo.
Pois, fuizzzinnhooo...

Publicado por PmA em 03:17 AM | Comentários (4)

julho 01, 2004

Ai, ai... isto das ironias

tem qualquer coisa que se lhe diga.

Anda um homem sempre a pardalar 'está na hora de dares o pulo', 'agora é que é', 'tenho mesmo que comprar casa... acho que um estúdio'... mas facto é que pardala muito e age pouco, sempre convencido de que 'ainda há tempo'.

Depois há aquelas: ' casa, já? nem sei bem o que quero, nem onde', 'para mim só fazia sentido num projecto a dois'.

Pois, pois... e não é que a SS vai mesmo comprar casa? Arre burrinho, que os homens lá vão sendo ultrapassados. Mais a mais num dos locais onde me tinha imaginado: algures pela linha. Quando a ouvi 'talvez Oeiras'...

E quanto a mim... lá vou pensando: 'talvez para o ano é que seja!', com uma convicção a dar para o marreta.

São vidas, são vidas...
(isto tinha direitos de autor, de quem não me recordo...)

Publicado por PmA em 04:19 PM | Comentários (5)

Isto da...

... casa de banho anda-nos a dar sorte. Que a mesma se mantenha naquela banheira do outro lado da segunda circular.

Tenho estado a pensar: o melhor é não assitir ao jogo da final - isto desde que começámos os jogos a eliminar nunca vi um do princípio... É uma maçada dos diabos, é o que é.

Publicado por PmA em 01:20 AM | Comentários (4)