Devagar, devagarinho. Coisas feias, que não existem. Ou belas e por isso mesmo?... Rigores a estranhar, mordomias cósmicas essas mentiras cochichadas ao ritmo de verdade. E depois o silêncio das criaturas da noite.
De sono embargado; embarretado... assim não se sonha. Cai o véu que te chama; vergonha, embaraço. Mais o fim desprezado que ora rejuvenescido se clama. Ontem foi rápido; que nada se providencie que assim foi escrito. Sem pressa, qualquer pressa.

gosto da imagem, que me faz lembrar o que eu devia estar a fazer, a berrar muito... quanto ao resto, acho que não tenho nada a dizer ;)
Afixado por: chavininha em junho 23, 2005 01:19 AMDeixa-se o silêncio falar; e o hábito vem; e com ele perceber-se - até o que se evita perceber.
Sem letras ou palavras ou frases; só o silêncio, e beberricando ignorância.
Olá! Sou brasileiro e fiz um blog ai na terrinha, estou visitando vários blogs de Portugal e selecionando aqueles que mais gostei para posteriormente revistar e evidentemente comentar com mais calma! Se quiseres saber um pouquinho do Brasil em seu cotidiano Cultural, político e econômico de uma passadinha no meu blog! Parabéns pelo belíssimo blog! Abraços.
Desculpe a propaganda:
http://antoniofnogueira.blogs.sapo.pt/
Um dia desses, prometo que te conto uma estória inventada por mim :)
Afixado por: jacky em junho 24, 2005 02:03 AMNão duvido dessa imaginação.
O problema aqui trata-se da aplicabilidade...
;)
se deixas o silencio falar, quer seja sem imagens, ou sem palavras percebes aquilo que queres perceber, ou seja a tua forma de ver as coisas ganha, mas podes não perceber a realidade...
Afixado por: chavininha em junho 24, 2005 08:22 PMEm qualquer interacção, incluindo com o silêncio, há sempre riscos que se correm; e se assumem.
;)
riscoa calculados??? :P
Afixado por: chavininha em julho 11, 2005 07:28 PM