Querias o quê? Que te dissesse que sim? Que podias terminar o que que tão bem começaste? Nem penses.
"Vais voar no meu céu negro!
vais ser nada...nada...nada...nada...
Vem rastejar, que te faz bem,
Sangra o teu mundo, que te faz bem."
'(Nada) Quero-te Assim', Toranja
Publicado por PmA em maio 30, 2005 03:13 PMgosto da ideia, e subscrevo-a... ;)
Afixado por: Chavininha em maio 30, 2005 04:28 PMO imperativo surge - por vezes ou sempre? - como chamamento incontornável.
;)
Afixado por: PmA em maio 30, 2005 08:14 PMMas primeiro dá jeito aprender a dizer que não, para depois dizer o nunca ;)
Sim; espero não ter que dizer o nunca.
Afixado por: PmA em maio 30, 2005 08:35 PM:) eu também.
Afixado por: Chavininha em maio 30, 2005 08:44 PM(como uma palavra consegue ser tão pesada e definitiva...)
;)
Concordo outra vez... mas penso que as vezes é seria melhor um nunca, do que um não renitente...
Afixado por: Chavininha em maio 30, 2005 09:54 PMSó posso responder com um talvez; que há situações delicadas...
;)