Não volto a ler o voo dos pássaros; nunca acertam.
"I don’t have to sell my soul
He’s already in me
I don’t need to sell my soul
He’s already in me
I wanna be adored
I wanna be adored
I don’t have to sell my soul
He’s already in me
I don’t need to sell my soul
He’s already in me
I wanna be adored
I wanna be adored
Adored
I wanna be adored
You adore me
You adore me
You adore me
I wanna
I wanna
I wanna be adored
Wanna
I wanna
I wanna be adored"
'I Wanna Be Adored', The Stone Roses

the floating ice, 1880, Claude Monet
Os pássaros tem uma das coisas que mais preso, para além da capacidade de voar, que nós só temos com "apêndices", ou seja a liberdade. Assim, porque não olhar para eles como exemplo e não como rota a seguir? ;)
(p.s.acho que estou demasiado filosofica hoje, ai, que isto n é nada meu...)
Com que então, ser adorado...
Afixado por: jacky em maio 30, 2005 12:45 AME ser um kurveirão, não?
Afixado por: NR em maio 30, 2005 03:16 PMLiberdade? Talvez, no entanto cingida a uma só propriedade não serve de muito. Terão mais, mas não me parece ser por aí.
As rotas são muito paradimáticas, por ora asas só mesmo para a imaginação.
Insisto, porém, que os antigos é que sabiam: augurar o futuro pelo voo das aves é de se lhe tirar o chapéu.
(não? pensava que sim... :P)
Quanto a isso, jacky, este é o departamento errado. A pergunta, que fazes em molde de afirmação inacabada, deve ser endossada ao John Squire e ao Ian Brown.
Sempre pragmático, pá!
Mas diz que ainda não, NR; necessito de formação complementar.
cumps., aos três
Afixado por: PmA em maio 30, 2005 08:12 PM