Enquanto a bolha de ar resiste; fica o pouco, o suficiente que mantém: basta, por ora. Essencial, o essencial que não há substrato para o luxo do luxo. Firmam-se, em força, dentes e vontade; a par, um com outro. Compartimenta-se estanque. Alguns chamam-lhe revolução; revolta. A nomenclatura não importa, tanto que se assume demasiado soft na expressão.
Inconsequente. O essencial é mesmo o único intocável; porque sim, porque sim e nada mais que de se explicar mais se complica – menos se diz claro. De onde veio a noite, esta que cai em breu? Do nada; de ti; dos outros; de tudo; do que te fizeste – o quê? Do sorriso que esboças, espalhado sem credo, no face a face contigo que são todos os contigo que atravessas no circuito do real vivido. Porquê as expressões teimosas numa sociologia que pouco domino?, repetições do doutor grande que somava também ser padre, tendo tino e abstracção de sobra para falar do que falava com a autoridade que sempre lhe hei-de rever. Porque sim; mas porque também os chavões escondem em mais do que aquilo que mostram – conforto, um conforto pré-cozinhado.
Intocável por ser o que fica; porque ficou se torna essencial. Assim é fácil excluir, quando escolhem excluir por nós. Coisa porreira; escusam-nos trabalhos. Ironia. Ou não, e sim princípio exacto.
A doutrina diverge, divide-se. É por isso que. Agarra-te ao que tens, a ti, que é o próprio. Esse, de lado morte e demência, é inalienável. Melhor que assim seja. Depois o resto é fácil, só construir, adicionar cumulando; o nível é instrumento pouco dado ao erro, o nível que assevera não haver discrepância no terreno e que ajuda a subir estável no plano – estável, pois que sim, como se pretende.
Redoma. Continua a sorrir; um dia sê-lo-á a sério. Verdade? Em verdade, claro.
Tarda em excesso. Confessa que o amanhã te anima; contudo, não o deixes passar sem que. Com calma ainda que sem ela, não promulgues tardamento. Enviesa se sim, não tardes porque perdes para o tempo. Porque perdes; ponto. Supondo que se ganha, claro. Que algo existe a ganhar. Existe. E tanto. Isentos de tpm ou spm, que escolha o freguês a sua sigla preferida, mas também os homens variam humores do temperamento. E saem as frases que ditam havê-los assim, dias.
Decalcando MacArthur, já se volta. Desistir é termo que não cabe no dicionário de um orgulhoso. O que acontece? Retiradas estratégicas, onde está a dúvida? É aguardar que do desempenho germine resultado. Paciência com conducência. Ponto final. Amanhã já vem.
“Her hair
Soft drifted snow
Death white
I’d like to know
Why she hates
All that she does
But she gives
It all that she’s got
Until the sky turns green
The grass is several shades of blue
Every member of parliament trips on glue
It takes all these things and all that time
Till my sugar spun sister’s happy
With this love of mine
It’ll take all these things and oh much more
I’ve paid
For fifteen or more
But my guts
Can’t take many more
My hands are stuck
To my jeans
And she knows she knows
What this must mean
She wakes up with the sun
She asked me what is all the fuss
As she gave me more than she thought she should
She wakes up with the sun
I think what have I done
As I gave her more than I thought I would, ohhh”
‘(Song For My) Sugar Spun Sister’, The Stone Roses

soft pink landscape, 1971-72, Richard Hamilton
mais uma vez, para agradecer o magnifico retrato de Sir Hamilton, para dizer que sim, que tens razão, que os homens tb tem mudanças de humor, são humanos, logo...
Mas para dizer que mais uma vez gostei de ler e entender o que dizes :)
Também digo que sim, que mais uma vez agradeço as tuas presenças.
;)
Afixado por: PmA em maio 29, 2005 09:15 PMassim n pode ser, isto de agradecer as coisas tem que acabar, senão parece sempre "rasgação de seda", e eu não sou muito adepta disso, de qualquer forma...
Bem, um dia destes roubo uma imagem das tuas p por no meu blog :P
Pronto; e lá se vai o elemento sonoro.
Não são minhas; nem são de ninguém (ou assim queria pensar). Por isso, força.
;)
Afixado por: PmA em maio 29, 2005 09:30 PMPronto, então continua-se com a "rasgação de seda"... ;) desde que não seja exagerada ate sabe bem ;)
Mas quando "roubar" a imagem, n aviso, que de surpresa, as coisas roubadas tem mais impacto ;)
Fica concordado; as duas coisas - quem é que dizia que se não fosse roubado não tinha piada?
;)
Afixado por: PmA em maio 29, 2005 11:12 PMPronto então, ficamos combinados. E a surpresa é sempre a "alma" da coisa... ;)
Afixado por: Chavininha em maio 29, 2005 11:40 PM