Para ti.
Aí ao fundo, mas não só. Um aquecedor ao lado. Ris-te quando nele me queimo. Mas não por mal, não por gozo.
Ainda escuto o teu riso, as tuas gargalhadas não contidas. A mão não me doi, nem doeu - foi mais o gesto brusco inabituado a um quente em demasia.
Pisco-te um olho, rio contigo.
Publicado por PmA em janeiro 28, 2005 04:46 AMbonito , foi vc quem escreveu ?
Afixado por: marcelo em janeiro 28, 2005 06:06 AM