Encarcerado em casa. E vão dois dias... Estúpido do bicho, se fosse chatear lá para o meio do espaço sideral fazia bem melhor.
Raios partam este «mircróibio» mutante. Basicamente, porém, julgo que se apresenta assim:

Ao que parece, pela epidemia de 1918, «limpou o sebo» a uns meros 20 milhões; coisa pouca, portanto. Os imunologistas vivem na dicotómica vontade de encontrar nova estirpe assaz resistente: por um lado, um belo “case study”; por outro, ninguém quer começar a abrir valas comuns.
Influenza, italiano, facilmente traduzível. Tinha-se em linha de conta que as doenças derivavam de «más influências»; na altura dos predecessores italianos, os malucos dos romanos, diria o Obélix, as «más influências» moravam no humor dos deuses. Hoje, num mundo do profano, tudo se torna absolutamente mais fácil: cada um de nós, uma vez «influenziado», é cabalmente «uma má influenza» para os restantes.
Cof, cof... acaba-se o post que a seguir enfia-se um Dafalgan pelas goelas abaixo, a (tentar) evitar a bela sintomatologia do costume e uma penosa ida ao senhor doutor – e com a esperança que não seja outra daquelas estirpes arraçadas de filhas de um cão que arraste mais não sei quantos (milhões, claro)...
Cuidado, o tipo anda por aí... (anormal!...)
Isto realmente anda muito mauzinho. As melhoras e obrigado pela visita.
Um abração do
Zecatelhado
Nisso tem um bocado de razão.
O Bit comanda à distância, mas o minorca Mendes também manda no PSD. Afinal os minorcas dominam em Portugal.
Um abração do
Zecatelhado