Ontem. Está um tipo sossegado na esplanada da FCSH, violentando os miolos a ler um autor americano em francês, para uma breve apresentação do mesmo num seminário do curso, olha para o lado e depara-se com um galo.
Bom, nada de muito anormal: antes havia, após as obras mantêm-se. Dois minutos, e o rafeirote de estimação, um cão meio encorpado de pelo castanho claro, persegue em correria o desgraçado do galo. O espanto seria menor tratando-se, ao invés, dum gato, todavia...
Ainda embrenhado na descodificação de um inglês passado para um francês (que mentalmente traduzia para português), agitam-se quatro moças na mesa que me fazia parceria. Irra, não é que o cão levava o galo, cadáver recente, na boca?
A situação só sossega com a intervenção, algo tardia – penso, dado todo o alvoroço da perseguição conduzida pelo canídeo! –, do senhor segurança que após violenta batalha se vira finalmente livre do jornal Record.
Anda tudo doido. Inclusive os bichos. Está bem que é a aquela faculdade em particular, mesmo assim...
Porém, ganhei o dia já que não cheguei a realizar a dita apresentação – adiada, embora à margem deste episódio que me baralhou todo.

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Ai FCSH...igualzinha a si mesma....;)
Afixado por: i em janeiro 6, 2005 12:27 PMP.s. - "Todos os diabos têm sorte"...diz-se!A dita apresentação, novamente adiada?Isto já não é o que era....
Boa sorte, para quando finalmente a fizeres!