Ela: «Duas horas?»
Ele: «Às quatro horas, portanto.»
Ela: «Não, bolas [ligeiramente irritada]! Eu disse às duas. Duas!»
Ele: «[irónico] Sim, eu sei. Com as duas horas de atraso que são um hábito, então às quatro.»
Ela: «... [furiosa, com vontade de desligar com violência o telefone, que entretanto já foi mentalmente chamado por muitos outros nomes em nada honrosos]»
Os reclames publicitários não mentem: há coisas que não (nunca!) mudam.