Há quem sinta uma premente necessidade de se agarrar a algo para assegurar a própria subsistência física – vital – e psíquica – essencial. Eu sou um desses.
Quando pela noite me vou dedicando, quase sempre com algum sentimento nostálgico, aqui ao meu neurose, não me alimento apenas do céu e da sua maresia de estrelas ou da chuva que purifica ares e estruturas. Inevitavelmente com uma cola, ice tea ou sucedâneos, agarro-me vezes sem contas ao meu salva-vidas que me vai preenchendo por dentro:

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Acrescente-se ainda que, para além de regular determinadas entranhas do organismo, são subsidiárias para uma saudável manutenção da linha (como se disso eu tivesse necessidade...)
Cumprimentos e boa-noite