Dando continuidade à penúltima publicação, tudo fica bem quando termina bem; ou quase: pelo menos coisas há que estão superadas, tendo sido o bom senso, com cedências algumas aqui e ali por parte dos interessados, o ingrediente primordial.
Ah!, faz-me lembrar momentos da adolescência, ainda que poucos, passados em Palmela.
“Começa por ser um sentir
Depois passa a crescer
É uma forma de se abrir
O que está para se ver
Diz-me tu que merda é esta
Que não consigo atinar
Parece que às vezes me perco
E nem consigo atinar
É passagem sem pagar portagem
É não ter nada a perder”
‘Popitude’, Entre Aspas