agosto 10, 2004

You know you’re chewing bubblegum...

…nas palavras dum discothèteque de U2.

Pois é. Renego / para ti – dum mascarado para mim. Azar; azar o daqueles que nisto não acreditam. Assim sendo:’lets go, go’. Lamentavelmente, em redundância, lamento. Sou in veritas. Quem não aprecia que se mude. É mesmo isto. Tipo ‘boom-cha’, que conta pontos na mesma música.

Esqueci-me de duas coisas, burro e bruto sou, infalíveis à memória – ou a esta mesmo – tantas são as variáveis que contam. Arrependimento, de facto, nenhum. Este, quanto a mim, fica para mais tarde. Percorro caminhos vários, tantos como vós, sem que nas decisões que pesam o arrependimento tome forma. Vou escutando Covenant e gosto. Não gostarão ou, sinceramente, nem conhecem. Que se dane. A mim diz-me bastante, o suficiente em sustentação de um estado de espírito: paciência, se desta maneira não o sentem – eu sinto. Eu mais e em acrescento com o meu velho Compaq Armada vamos sentido este... bom, «sentimento». Dane-se, por e per si.

Escrevo e vou escrevendo à instância de um garrafeira Acácio de 75; coincidência ou não – o ano em que passei de pseudo nascituro a ser em realidade. Bela colheita, esta de ’75. Digo; digo eu – e somente eu? Realmente existem artefactos belíssimos... mas, contudo, artefactos. Bolas!, e verdades? Tenho uma. Ou duas, por aparência no que é dito: eu dela gosto e vou sendo, em afecto, alvo de reciprocidade. Mas de amores – pseudo!– recuso-me a ir vivendo. O real, esta realidade é seguramente mais complexa: “if you scracth it won’t disappear”, dizem os U2 no seu “Staring at the Sun”. Não sei nem quero saber. Dane-se!!! Um dia... um dia de cada vez: acreditas verdadeiramente nisso? Escuso-me a tamanha resposta; quem sabe, não sei, mais tarde.

Permaneço e vou permanecendo numa ‘onda’ muito sinth ou ebm em termos de música, e sem qualquer ressentimento. «I ‘ll call my ships to port» - Covenant; E?.... Quão doce é esta maresia, esta que me chama sem protocolos e sem receios. Sinceramente, meus caros, vou gostando de cá andar. Não é verdade, miúdo? [não, desta não me refiro aos...].

Rapaziada, graúda e miúda: cumprimentos.


Publicado por PmA em agosto 10, 2004 06:44 AM
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