Indefinido. É o belo adjectivo com que conscientizo a minha praxis. Como vou asseverando, paciência. Apesar do teu jeito manso que és e tens, e do teu eu quando quase me machuca; dizem, com a barba mal feita. Quando?
Indefinido, diz o Tom para a Terra, na boca de David Bowie. Indefinido? Não. Infortunadamente não... mesmo!
Gostava de ter a máquina de Wells, aquela que procura, com demasia em inconsistência, o passado. Inconsistência? Rio-me, desato numa gargalhada fantástica. O que é a inconsistência? Volto a rir-me – para mim, de mim: em sussurro, não vá alguém ouvir-me e... e depois, depois rir-se de mim, implacável e com frontalidade num/ dum absurdo.
Que raio? Beco sem saída, este que escolheste. Mentira! Sabes qual é a saída, e bem demais; resta-te a insuflável, e instável, inflamação que nos absorve... por vezes, só por vezes. Foste. Foste sem nunca ser.
Estou absurdamente cansado do parque das nações: qu’ ele se f#... Tudo se flui.. tudo se fluíu. Afinal, tudo sempre foi fluído.
Arre, o que é que tu querias? Bem, mais do que o sonho... pois, aquele que vou/ vais 'sonhando'. (enormes reticências)
Abraços e beijos em conveniência, meus.
;)
Can you hear me major Tom?estou temporáriamente de volta!e a 'controlar', como sempre.:)
Afixado por: i em julho 26, 2004 01:31 PMDe volta? Temporariamente? Hmmm, cheira-me a férias... Olha, aproveita(-as)!
Cumps,
Afixado por: PmA em julho 29, 2004 02:10 PM