maio 29, 2004

Honestamente como (nunca) sempre

Ao ouvir vnv nation, ainda perduro; ainda estou – ainda sou.

Não vivo, no agora, neste presente; apartei-me e desdenho um retorno.

Sou feliz num constructo em que não me limito a sobreviver, vivo em facto.

Padeço de uma patologia algo – bastante – preocupante: olho para outrem, do sexo oposto ao meu em propriedade, e apaixono-me, julgo, com facilidade. Belo é esse ser, belo é o feminino.

Busco cura – cura essa restrita, por ironia, ao sexo feminino.

Como diria a minha – já – caríssima Inês, não demonstro propriedades de melhoras; muito menos daquelas assinaláveis.

Que se lixe, bolas!
(‘no tears, no sympathy’, “epicentre”, vnv nation)


Um abraço, caríssimos amigos.

Publicado por PmA em maio 29, 2004 05:43 AM
Comentários

Txi... Um abraço para ti também!

Afixado por: Pintelho em maio 29, 2004 09:11 PM

Eh pá neuras, também não é preciso tanto!!!Desconfio que és daqueles que não têm melhoras mesmo!!!;)
*

Afixado por: inês em maio 31, 2004 05:56 PM

Ó pá, há dias...

e parafraseando o pintelho, "txi..." - mas isso passa.

* para ela e ;) para ele

Afixado por: PmA em junho 1, 2004 10:20 PM