maio 21, 2004

É assim... (XVI)

Num sentido oposto de ausência total de pudor e sustentado por um humor negro dilacerante, George Devereux conta o caso de um estudante de medicina que, para pregar uma partida aos colegas, na sala de anatomia forense seccionou o pénis de um cadáver e inseriu-o na vagina de outro com um letreiro onde se lia: «Rapazes, qual de vós se foi embora à pressa ontem à noite?».

'Cunnus', Alberto Hernando


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Publicado por PmA em maio 21, 2004 01:36 AM
Comentários

Brutálico!!!

Afixado por: inês em maio 21, 2004 01:59 PM